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Transformando sapos em príncipes.

Novembro 6, 2009

Ás mulheres dominam essa arte milenar como ninguém, mesmo sendo história de contos de fadas, saem por aí beijando sapos, acreditando que alguns virem príncipes.

É aquela história de mudar alguém (ou não) 

Ás vezes é aquela história de idealizar tanto aquele homem perfeito que não se deu ao luxo de conhecer o sapinho de verdade, chamou-o de príncipe e pronto, depois descobriu ser sapo. Culpa da TV que produziram o homem dos sonhos (ou não)

 Talvez até tinha grandes qualidades, mas a mocinha não se deu tempo de conhecer, por uns minutos (que podem ser dias, ou semanas), decidiu que aquele homem era perfeito e que passaria o resto da vida (anos, décadas e mais décadas) com ele. Passou os meses e se talvez na sua mente não tivesse criado a perfeição, teria aceitado os defeitos e brigado menos, (ou não).

 Outros casos ele era um sapo com ela, não assumiu um relacionamento, tinha outra e chegou até a dizer. Problema com o clima, no verão os sapos se proliferam, normal. Ela deveria odiá-lo, já que não é lagoa para criar sapos e sofrer com seu barulhinho desajeitado. Nem gostava tanto dele. Mas resolve lutar (como se fosse grande coisa) e diante da rejeição, encontra mil qualidades e transforma “aquilo” num príncipe (ou não).

 Ou não porque às vezes já namoravam fazia um bom tempo, mas deus! Ela não suportava mais aquele ciúme, falta de organização, grosseria, rotina, amigos dele, não suportava mais nada, mas volto a dizer (e sim!) diante da rejeição, transformamos sapos e príncipes e para magia ficar completa, nos julgamos sapos (ou sapas).

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Da frustrada à traição.

Novembro 5, 2009

Parte I

A pessoa frustrada: Ela não fica feliz com a sua felicidade, ela não se espelha na sua alegria e não quer que você progrida. Na verdade ela quer que você regrida. Quanto maior você for, menor ela é, quanto mais seu relacionamento estiver à beira do abismo, ela se sentirá melhor, virá um sentimento reconfortante de que ‘a vida é assim mesmo’. Não foi ela que falhou, todos falharam, estão vendo? Homens são cafajestes, é impossível manter um relacionamento, todos mentem e a teoria da conspiração é sua melhor amiga.

Parte II

A mágica com o jogo de palavras:  A pessoa frustrada (aquela mesma que já conhecemos da parte I), conhece uma mágica incrível com o jogo de palavras, ela consegue em uma pergunta, fazer uma afirmação, como se te desse um conselho, porque ela é uma pessoa realista. Assustador, não? Bastante.

Parte III:

A pergunta/afirmação/conselho/realidade.

É da típica pessoa que pergunta o quanto você ganha, se ‘você não irá dar certo com ninguém’, ‘ué, mas você ta sempre solteira, hein?’. Ainda é do tipo que só após você romper um relacionamento, sair de um emprego, vem contar ‘o que ficou sabendo…’ ‘o que na verdade achava’ e suas boas opiniões.

 É notável que todas as perguntas, refletem na sua realidade. A ultima que ouvi desse tipo de pessoa foi: ‘Mas ele mora longe, hein? Não fica preocupada em te trair? Você nem iria ficar sabendo…’

A pergunta, a afirmação da sua ingenuidade, o discreto conselho de abrir os olhos e o poder de enxergar a realidade, que até então você, pessoa enganada, acreditava que deveria confiar nos outros, mas que tolice.

 A pessoa frustrada de mostra o quanto o mundo é ruim.

Parte IV

Da pessoa frustrada a traição: Deve-se tomar MUITO cuidado com o que se escuta, seja em conselhos, perguntas ou afirmações. Ás vezes a pessoa julga que só porque teve uma experiência infeliz, todos vivenciarão.

Nesse caso mesmo, a pessoa não notou que traição vem de (falta dê) caráter.

 Se a pessoa quiser trair, pode morar contigo, quando for a padaria vai ver mais que pães. Vigiar, esquentar a cabeça, dar uma de detetive, não irá impedir nada. Muitas vezes tudo vai bem, até alguém resolver ouvir esse tipo de pessoa. Ás vezes aquela história de ouvidos BEM ABERTOS, é pura balela.

Tenho um outro texto que fala sobre traição, para ler, clique aqui!

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Bla bla bla.

Novembro 3, 2009

Em Outubro o blog andou mais ‘abandonado’, o que me cortou o coração, afinal, idéias/assuntos/tabus/besteirinhas para escrever não faltaram, o que faltou foi tempo mesmo.

Quando em Julho eu voltei com o blog (e com mais gás do que a própria Congás), eu tinha voltado a morar no interior, havia ficado solteira recentemente, saído do trabalho, enfim, tinha me dado um tempo para pensar na profissão que queria seguir, voltar a ver amigos, fazer coisas que gostava, e o blog  ganhou total atenção.

 Agora em Outubro, ás coisas começaram a tomar rumo, voltei a trabalhar, viajei, me apaixonei e namorei (e continuei…), passei a moderar esse site: www.vidademerda.com.br , o que foi super bacana, antes mesmo de trabalhar nele, eu o adorava!

Resultado de tudo isso: uma confusão só no meu tempo, Isinha feliz, mas o tempo escasso.

Outra coisa (além de todas essas!) que me deixou feliz (mais uma vez!), foi o número de visitas recebidas mesmo com o pouco numero de atualizações, foi ótimo como sempre, não maior que o mês de Setembro (ultimo record), porém, maior que todos os outros (também records), ótimo isso, sabe?

 Dá um gosto enorme (e uma inflada animal no ego) ver o seu ‘trabalho’ crescendo, sinais claros que está progredindo, saber que tem gente que te lê e sente falta! Por isso voltam para ver se textos novos surgiram.

 Ótimo, ótimo, ótimo.

Precisa falar mais? Autora se sente completa, irá driblar o vilão (tempo) e postara todos os artigos com idéias que em Outubro ficaram vagando e antes de tudo, fazendo isso por mim, claro. Porque (me desculpem a expressão), esse blog me faz bem pra caralho!

Antes de terminar, esclareço a todos que vieram me questionar que o ultimo post, foi apenas um texto mesmo, não foi uma experiência vivida pela autora, embora eu morra de vontade de sumir um final de semana, viajar sozinha, acampar, me trancar e escrever, acredito fielmente que todo ser humano deveria fazer isso alguma vez na vida (filosofia budista).

De qualquer forma, já divaguei de mais sobre a vida pessoal, chega disso e vamos ao que interessa!

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O dia em que não fui de ninguém.

Outubro 20, 2009

Pensei em desligar o celular, até ter uma idéia melhor: resolvi não leva-lo. Da mesma forma que não queria dar satisfações “estou aqui, estou lá, também sinto isso por você, volto tal hora…”, notei que não queria ser coordenada pelo tempo, era assim sempre.

 Hoje eu não seria de ninguém, nada de satisfações, hoje não existia “o tempo”, faria as coisas no meu tempo. Hora de comer seria quando eu sentisse fome, não às 12h, beber? Rir? Nada de final de expediente. Ir embora? Só será tarde quando eu estiver cansada.

 Então pego um ônibus sentido a minha capital: São Paulo. Exatamente como eu queria! Talvez de verdade, desejasse ir dirigindo, mas não posso, não tenho uma carta e nem o principal: um veículo.

 Que importa? Desejo fazer minhas coisas, não milagres.

 Então olho a cansada Fernão Dias, anos e anos observando, conheço cada radar, cada castelinho na montanha, cada casa irregular na Serra da Cantareira. Questiono-me: Quem tem dinheiro pode tudo? Construir casas em áreas florestais pode, ta lá a prova.

 Duas horas e vinte passam, terminal rodoviário, eu o adoro, acho moderno, sei que é o maior do país, orgulho bobo? Talvez. Mas o que não é bobo? Aí essa história da relatividade…Cansa, viu? Talvez eu pudesse ser apaixonada pelo aeroporto, se freqüentasse lá, algumas vezes já fui, mais meus olhos brilham com o Tiete, será as recordações?

 Tem Av. Paulista, tem Livraria Cultura, tem cerveja na Augusta, eu passeio, olho para o nada, troco olhares com um estranho, sorrio.

 Observo tudo, como sempre: pensar, pensar, pensar.

 Sem interferências, sem chamadas, sem o seriado predileto na TV, sem sms “onde você está? Que horas você aparece? Isso, aquilo, lá, acola”, Aiiiiii !

 Precisamos desse tempo, eu preciso, talvez não precisamos, não todos nós, é relativo, relatividade, essa é a palavra.

 Se tiver relatividade, não existe verdade. Tudo é relativo, todo mundo vive com a sua verdade, em seu mundo.

 Eu poderia ter escolhido o litoral, poderia ter me trancado num hotel, poderia ter ido acampar, escrever, escrever, escrever…

 Posso tanta coisa, tenho idéia disso. 

Então, por que São Paulo? Talvez minha cansada mente estivesse carente de nostalgia. Necessitasse ver lugares onde esteve, lembrar das luzes de natal, dos brilhos nos olhos que me causam. Tem quem nem ligue, ah, relatividade, ainda bem que tu existe.

Resolvo voltar, sinto falta daquela ligação, da satisfação, sinto falta de ser de alguém. 

Mas volto na certeza do zilhão de coisas que posso fazer, de como sou livre.

 Se sou livre e escolhi as chamadas, os toques, o “to aqui, ali, chego tal hora” é porque desejo, não sou obrigada a suportar nada,  não reclamarei se suporto, amarei, amarei e amarei.

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Vamos dar um tempo?

Outubro 18, 2009

‘Em meio aos sonhos  desperta com o telefone, outra vez era ele. Ela até reluta em atender, ontem discutiram e de um tempo pra cá, resolveram não se entender. Gostavam-se tanto, não passavam uma semana sem se falar, de repente as idéias não batiam. Acho importante contar, não namoravam mais, fazia uns quatro anos, eram só amigos mesmo. Nada de amor, nada de desejo, nada de ciúmes, ainda sim não se entendiam, necessitavam de um tempo…’

Vez de o leitor pensar: ‘Má que merda é essa autora? Estamos num blog sobre relacionamentos, o titulo do artigo é ‘Vamos dar um tempo?’ E você vem me falar sobre briga entre amigos?’

Vez da autora se defender: O texto é um exemplo claro que se às vezes precisamos dar um tempo de um amigo, ou mesmo um bar que andamos freqüentando muito, um site…Gente! Às vezes nos enjoamos do MSN, de uma comida, um caminho… nos enjoamos de tudo! Porque esse espanto em dar um tempo no relacionamento? Porque ao invés de bater o pé insistindo na frase chata ‘quem dá tempo é relógio’, não tentar olhar o assunto por um outro ângulo? Esse artigo lhes apresenta (tharãããn): o novo ângulo.

Obviamente quando morremos de amores pela pessoa, quase vamos parar perto da loucura quando nos pedem um tempo. 

Isso porque, ‘dar um tempo’, é o primeiro sinal que não está tudo bem, a outra pessoa pensa em nos deixar. Nesse tempo corre risco de uma terceira pessoa aparecer e o tempo tornar-se então definitivo.

 Existe o raciocínio infantil que ecoa na nossa mente, é mais ou menos assim: ‘e se ele esquecer como sou bacana? E se nesse tempo for mais feliz sem mim?’ e bla bla bla.

 Quando alguém lhe pede um tempo, realmente está em dúvida sobre você, mas faça um esforcinho e pense comigo: Bater o pé vai adiantar? Ligar, gritar, chingar, dar piti, vai fazer a pessoa pensar que você é um lindo e não pode lhe perder? A vontade da pessoa não merece ser respeitada?

 O maximo que você pode fazer, é dar o tempo para pessoa e porque não pra você também? Se o tempo foi pedido, algo não estava bom e se algo não estava bom,  talvez você deva se questionar se quer isso também.

 Ligar, gritar, berrar, bater o pé, só fará a pessoa ter certeza daquilo que está na dúvida (terminar definitivamente contigo). Enquanto o tempo pode servir para ela repensar, sentir saudades  e tentar outra vez. Ou não. Claro, tem chances da terceira pessoa aparecer, tem chances de não sentirem sua falta. Mas aí, fazer o quê? Quanto pode você lutar contra isso?

 E se a pessoa pensou bastante e chegou a conclusão que você não é boa para ela, aprenda a lidar com isso, ela tem o direito de não querer mais. Enfrente a situação de cabeça erguida, é o mínimo que você merece. 

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Eu cá, você lá.

Outubro 15, 2009

Relacionamentos à distancia podem dar certo? Mais complexo ou mais simples do que o comum? Vamos aos fatos:

 Moro em uma cidade pequena, quase uma vila de treze mil habitantes (margem de erro para mais ou para menos: desde a ultima vez que li, muita gente morreu e nasceu), sinceramente não sei, mas chuto que devemos ter uns quatro mil homens solteiros (?), temos também quatro cidades de porte grande há 20 km daqui. Enfim, para que alguém lá longe? Racionalmente é fácil chegar qual seria a conclusão mais barata, menos dolorida, mais vivida…Epa! Pera lá, vivida é uma outra história, é aquela sensação de intensidade, tem gente que tem, tem gente que não tem, teve relacionamentos ali, lado a lado, por quase três anos que não chegam perto do atual, é AQUELA pessoa sabe? Mas deixa para falar sobre a pessoa que cada um de nós devemos ter por aí (espero) e voltaremos ao foco:

 Se por um lado não se vê sempre e morre de saudades, por outro, sobra o tempo para sua vida pessoal, independência, amigos, seguir teus projetos, tens a pessoa e tudo ao mesmo tempo, mas isso não era questão de aprender a administrar?

Existe a partida e essa dói, ah…Se dói! Existe também o reencontro, onde o mundo para pra vocês ali.

Você dá valor, briga menos e ainda pode escolher os finais de semana longe da TPM para vê-lo. Mas não tem aquela intimidade de se ver só para jantar durante a semana ou mesmo passar no trabalho do outro para um beijinho.

O sexo? Ui! Aí depende de cada um! Se eu to com alguém tem que ser bom, é regra, sem exceção, mas é meu caso… (voltando), você passa dias sem, quando vê é uma festa! Mas aquele sexo matinal durante a semana? Não, não rola. Porém, acontece de você lembrar, do frio da barriga, da ânsia e vontade, dores de cabeça não existem nessa relação e se existir, é completamente ignorada (!)

Tem os dias que você se sente só, desmorona, tem dias que o mau humor dá uma passada considerável na sua vida e você fica ali, se questionando, quando por diabos escolheu ficar assim?

Questão financeira também existe, afinal, ir e voltar não é um táxi, gasolina, metrô, telefonemas são interurbanos, tem que ser tudo planjedinho, para poder ver sempre e se manter saudável, gordinho e alimentado para o reencontro. (hihi!)

E feliz, tem de ser feliz! Ali ou acolá, essa é a resposta para a pergunta ‘Quando por diabos resolveu ficar assim?’: Quando pelos céus notei que era mais feliz assim.

A saudade dói, não à toa não tem tradução, quando não se gosta tanto, se colocar na balança, é até mais fácil alguém distante, mas quando se ama…você quer estar junto, dividir os problemas do dia-a-dia, fazer surpresas, desmoronar, encostar naquele ombro e ficar.

Então fica aí, ainda com um pouco da dor da partida anterior e com vontade (!) dá próxima chegada.

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Eu não quero namorar (com você).

Outubro 14, 2009

Toda mulher, ao menos uma vez (espero não muito mais que isso), já escutou essa frase, quase todas elas soltaram algo como um ‘ok’, como se realmente compreendesse, nenhuma compreendeu, mesmo que não pretendesse namorar, é uma frase de rejeição e ninguém gosta de se sentir rejeitada.

O mais incrível é sempre o cara que ‘não queria namorar’ acaba namorando, porém, não com você.

Surge então, um quilo de questionamentos, o ponto X é ‘porque comigo não?’, nós ficamos nos martelando, tentando descobrir onde não foi tão bom quanto deveria.

Temos aqui, duas explicações para isso:

O problema realmente era com você: ás vezes tinha algo que a pessoa não gostasse, e nem venha me perguntar o que era esse algo (se eu fizesse adivinhações, seria mais do que uma pobre caipira), porém, simplesmente, algum defeito seu era para pessoa intolerável e julgando se fosse isso, talvez seja melhor assim, tanto quanto você não era única para aquele ser sair amando outra, ele não é único, eis ai um grande defeito da humanidade:

 Não aceitamos rejeição, não compreendemos que aquela pessoa pode simplesmente não gostar da gente, voltamos, voltamos, nos massacramos, tentando descobrir o erro, talvez só tenhamos sido nós mesmos e aquele nós não agrade tanto, ninguém é obrigado a gostar de tudo… Tendemos a ignorar elogios e aceitações e nos prender na critica.

Porém… Sorria! (não, relaxe, nada de câmeras, você não está sendo filmado, é apenas uma expressão) existe uma outra opção:

 Ás vezes simplesmente, não era como eu costumo dizer: mágico!

Ao longo da vida encontramos pessoas ótimas, mas que falta um ‘quê’ especial, de repente surge aí, uma pessoa mágica, encantadora e essa você esquece que não queria se comprometer esquece toda essa ‘baboseira’.

Simplesmente, porque você quer logo se sentir preso àquela pessoa, ela te faz bem, ninguém quer deixar a pessoa maravilhosa solta, quando sentimos que é a nossa grande chance, nós agarramos! (ás vezes mordemos, apertamos, amassamos…).

E quando por (dês) ventura, escutarmos outra vez essa frase (arg…), saberemos o que existe nas entrelinhas, perceberemos que talvez aquela pessoa não seja tão encantadora assim, afinal, a pessoa que me é encantadora, é aquela que me julga como uma também, que me assume e quer bem…

Escrevi o texto voltando para o feminino, porém acredito (que com uma certa freqüência menor) homens também já escutaram essa frase.

A pessoa pode usar mil argumentos para precisar dessa ‘solteirice’, a única verdade é que não está apaixonada por você, até porque, quando se está, não existe distancia, fase, trabalho, nada, nada no mundo que impeça, afinal, aquela é tua pessoa especial e você quer de todo modo.

Obs: Luiz, obrigada pelo titulo!

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Tem quem goste dos olhos, tem quem goste das remelas…

Outubro 5, 2009

-Não gosto de lingerie não…

 -Puxa, como assim? Imagina só, corpete, cinta liga, meia calça…

- Muita roupa, melhor me esperar sem nada, só com uma camiseta talvez, dessas grandonas…

 

Pois é, tem gosto para tudo e inclusive no sexo,  tem quem goste de apanhar, quem goste de tapinhas de leve, quem só queira beijinhos, há quem na cama escute coisas (e goste!) que fora dela levaria como ofensa, tem quem goste de fantasiar, se produzir, realizar coisas, tem quem goste do velho papai e mamãe, tudo bem que esse não serve de exemplo, afinal, quem não gosta? rs. Continuando…

Tem gosto para tudo, ás pessoas não são iguais, não existe a receita de ‘faça assim e ele(a) vai enlouquecer’ não é porque 99 pessoas gostam que a outra vai gostar, eis aí a lei que toda regra tem uma exceção, as pessoas tem suas fantasias  que ás vezes são comuns (ou não) e isso de certa forma é maravilhoso! Torna cada ser unico, sem receita, cada pessoa uma nova experiencia, que você vai ali, descobrir, decifrar, devorar (!)… E quão monótono seria se todos fossem iguais? Se existisse essa receita que as pessoas tanto querem, talvez fosse mais ou menos assim: ‘Bom, começo beijando a boca, desço bela barriga…ai ele vai sussurrar isso, ter tal reação, fazer assim aí eu faço assado ( disse o ‘assado’ no sentido de expressão, mas se quiserem usar no sentido sexual, à vontade também).

 Aproveitando à deixa: então pessoas, visto que não existe uma maneira  correta que sirva para todos, parem de procura-la incessantemente, descubra, viva, por si só, ás vezes com um conselho de alguém mais experiente… Meu termo motor de busca do wordpress (é uma ferramenta que mostra por onde acharam seu blog) vive me mostrando o desejo das pessoas por receitas.

E viva ás diferenças, afinal, qualquer forma de amor é valida!